-Monsieur, mademoiselle Lafayete, poderiam nos deixar a sós por um momento. -Armand levantou, porem Kara continuou sentada por um tempo. Ela saiu logo atrás de Armand e eu fui até Sanji.
-Mau posso acreditar que está vivo! -Exclamei.
-Mademoiselle, desculpe-me ter de dizer-lhe isso, mas está enganada. Não sou quem pensa que sou. -Neguei com a cabeça.
-Não estou enganada, Sanji! Eu posso reconhecer meu próprio irmão, mesmo depois de dez anos. -Disse. Ele levantou-se olhando-me interrogativo e depois virou de costa indo atiçar o fogo. -Como escapou do fogo? E do assassino? O que houve com você? A tanto de quero saber...
-Mademoiselle...
-Pare de me chamar assim!
-Lane. Já disse que não sou quem pensa que sou.
-Sei quem você é. Só não sei como está vivo. -Aproximei-me dele. -Olhe em meus olhos Sanji. Olhe em meus olhos e diga que estou enganada.
Olhamo-nos por um tem por indeterminado, até que ele abaixou o olhar.
-Sinto muito, Lane. Queria poder dizer-lhe que sou eu. Queria poder responder a todos as suas perguntas, mais não posso. Eu... Fui fraco naquela época e mesmo agora não sou forte o suficiente. Sinto muito por tudo o que lhe fiz passar e sinto muito pelo que ainda virá, mas não posso parar agora. Me desculpe. -Dito isso ele saiu rapidamente sem dar maiores explicações. Fiquei ali perplexa. O que ele quis dizer com tudo aquilo? Eu ainda não tinha minhas respostas, mas com certeza as conseguiria. Sim, eu tinha meu irmão de volta.
"Os horizontes estendensse aos nosso pés. Tudo é possível e transmutável. Por você vou além."

Q bucólico u.u
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